Laboratório Griot 2020

O Laboratório Griot é um espaço de desenvolvimento para roteiristas de todo o Brasil, com foco em narrativas escritas e protagonizadas por pessoas negras. A partir de chamada pública, foram selecionados 09 projetos de ficção em fase de desenvolvimento de temática livre entre curtas, longas e séries, que passarão por três dias de Consultoria e concorrerão às premiações do Projeto Paradiso, Olhar Distribuição e Mubi.

É uma grande alegria contar em nossa programação com a potência de narrativas que tecem novos mundos de representação e autonomia. 

Parabéns selecionades:

 


CURTAS


 

FALE A ELA O QUE ME ACONTECEU, de Pethrus Tibúrcio 

Pethrus Tibúrcio trabalhou em equipes de mais de 20 longas e curtas-metragens, bem como séries para televisão e videoclipes. Como assistente de direção, esteve na equipe de nomes consagrados do cinema nacional, como Marcelo Gomes, Hilton Lacerda, Renata Pinheiro e Marcelo Pedroso. Depois de passar por diversas equipes fazendo assistência de direção, produção e pesquisa de roteiro, atualmente se prepara para filmar seus dois primeiros curta-metragens e o primeiro longa-metragem, na direção.

 


 

O CÉU NÃO SABE MEU NOME, de Carol Aó 

Carol Aó é realizadora audiovisual nascida em Salvador, residente em São Paulo. Formada no Bacharelado Interdisciplinar em Artes – Cinema pela UFBA e em Comunicação Social pela UCSAL. Tem na fotografia e nas artes visuais suas principais ferramentas de pesquisa e investigação de cena. Atua na construção de narrativas cinematográficas exercendo funções na direção e no roteiro em cinema, além de trabalhar como script supervisor, diretora assistente e consultora de roteiro auxiliando na construção de narrativas. Já firmou parceria em projetos de diretores como Jeferson De, Karim Ainouz, Fernando Meirelles e com René Guerra. Atualmente, caminha na busca de realizar seus projetos autorais como roteirista e diretora.

 


 

OXALARES, de Diógenes Gomes da Silva 

Antes de começar sua trajetória como roteirista, Diógenes G. da Silva viajou de bicicleta do sudeste ao nordeste do Brasil por 50 dias. Atua também como escritor e fotógrafo amador. Tem 33 anos, natural de Santa Maria – RS, morando no Rio de Janeiro. Em 2019 lançou um livro independente de relatos da primeira cicloviagem e atualmente é assistente de roteiro em desenvolvimento de série ficcional na produtora Selvática.

 

 


LONGAS


 

EU VOLTO, de Jota Carmo

Jota Carmo assina roteiro e direção do filme Aflora realizado durante a quarentena no edital Curta em Casa estando entre os 10 mais votados do público. Colaborou no argumento do curta Doce de Tacho vencedor do pitching de curtas do Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul e atualmente desenvolve seu primeiro longa-metragem. Busca no cinema contribuir com narrativas que proponham olhares para além da dor em vivencias negras e LGBTQ+.


 

O CANTO DA CIGARRA, de Rayane Teles

Rayane Teles é baiana, roteirista e diretora formada em cinema e audiovisual. Seu roteiro de curta metragem O ovo foi selecionado para o laboratório do Incuba Filmes/2020, seu primeiro projeto de longa metragem O canto da Cigarra foi selecionado para participar do laboratório de projetos do Nordeste Lab/2020; Escreveu o argumento do curta metragem Doce de tacho que ficou em primeiro lugar no pitching de curtas do Encontro de cinema Negro Zózimo Bulbul/2020. Atualmente é roteirista colaboradora na série Memórias de sangue: O vampiro que descobriu o Brasil.

 


 

TRAGAM-ME A CABEÇA DE ORUM BOMANI, de Ariel L. Ferreira

Ariel L. Ferreira é diretor e roteirista, co-fundador da Saturnema Filmes. Atuou como curador no IV Rota (RJ) e no Festival Cinefone (BA); foi indicado em 9 categorias pelo Brazil International Monthly Independent Film Festival, levando dois prêmios (dentre eles o de melhor roteirista); além de ter sido vencedor do Festival do Minuto. Dirigiu e roteirizou 8 curta-metragens, selecionados para festivais nacionais e internacionais, que passaram por Los Angeles, Nova York, Romênia e Índia. Assina o roteiro de projetos selecionados para o SérieLab, Usina do Drama, Nordeste Lab, Panlab, Encontro de Mercado do Cinema Negro em Ação, Lab Griot e Mercado Audiovisual da APAN.

 

 


SÉRIES


 

BUFFALO YAYÁ, NO ESPAÇO TEMPO, de Moisés Augusto Neuma 

Desde 2016 atuo no mercado audiovisual de Salvador como técnico de som. Durante quatro anos fui funcionário da Temdendê produções na função de assistente e depois de técnico de som.  Parti para a carreira de Freelancer, fazendo publicidade, televisão (TV Bahia, Band, HBO e Globo)  e cinema com documentários e uma série de ficção: (o pequeno gigante TVE). Trabalhei também como arte-educador dando oficinas de som direto. Atualmente sou colaborador do setor de audiovisual da Fundação Pierre Verger, onde dirijo o programa “Boca de Forno Virtual da Vovó Cici”. Estou concorrendo com um curta metragem “Buffalo Yayá” ao concurso internacional My Rode reel short film. Também estou no quadro da agência mural de jornalismo nas periferias, como correspondente.

 


 

OS REIS DO PEDAÇO, de Cecília Bastos

Cecília é estudante de comunicação social com habilitação em audiovisual da Universidade de Brasília. Durante sua trajetória acadêmica se especializou nas áreas de roteiro, assistência de direção, direção e continuidade. Escreveu o roteiro do curta premiado, participante da Mostra Brasília do Festival de Brasília, Habilitado para Morrer. Foi diretora, roteirista e produtora executiva da série participante de festivais internacionais, Arena Websérie. Trabalhou como assistente de roteiro de uma das primeiras salas de roteiro de Brasília, organizada pelo núcleo Entretempos. Nela, participou da sala de roteiristas do desenvolvimento da série República 60, ainda não produzida. 

 


 

TEIA, de Bruna Trindade, Vitor Medeiros e Alice Name-Bomtempo

 

Bruna Trindade

Atriz, roteirista, fotógrafa e professora, Bruna Trindade é formada em Atuação Cênica pela UNIRIO e em Direção de Fotografia pela AIC. Protagonizou a websérie Bulbassaura Maravilha, o curta Heterônimo e a peça A Mulher Que Virou Planta, entre outros trabalhos. Integrante do núcleo Ritornelo, ministra os cursos Teatro Para O Nada e Corpos Acústicos. Criadora e roteirista da série Teia que ganhou prêmio Cabíria – 1º lugar na categoria piloto de série de ficção.

 

Vitor Medeiros

Mestre em cinema pela UFF (RJ). Trabalhou como roteirista, pesquisador e assistente de direção em projetos para os canais Multishow, Arte 1, Globosat+, CineBrasilTV e Globoplay. Dirigiu os curtas: Heterônimo (2016), No dia em que lembrei da viagem a Bicuda (2015), SANTEIRO 3D (2014), X-Tudo (2012) e Vuvuzelas de Madureira (2010). Co-roteirista do curta Esmalte Vermelho Sangue (2020). Diretor do núcleo Ritornelo (ritornelo.art). Crítico e editor da Revista Moventes (revistamoventes.com).